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Manual de arranjo e descrição de arquivos

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Manual de arranjo e descrição de arquivos

básica. MARTINA SPOHR GONÇALVES DE PROCEDIMENTOS A METODOLOGIA: POLÍTICAS DE ARRANJO E DESCRIÇÃO NOS ARQUIVOS PRIVADOS PESSOAIS DO CPDOC Trabalho de Conclusão de Curso para obtenção do grau de especialista em Organização. O contexto de estudo foi dado através de um breve histórico da UFRGS, como f oi estruturada a Divisão de Documentação e como está constituído o acervo arqui vístico. (Publicações Técnicas, 2ª série, 6) Documentos públicos e privados: arranjo e descrição. elaboração e implementação de uma metodologia de arranjo e descrição de arquivos pessoais e familiares fundamentada na reconstrução dos contextos arquivísticos, na representação dos acervos de forma a assegurar a expressão dos papeis sociais dos titulares, e manual de arranjo e descrição de arquivos facilitar o atendimento ao usuário. CUIDADO! Arranjo, descrição e difusão do patrimônio documental arquivístico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Existem níveis de descrição com.

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Nessa abordagem a especificidade de. Trad. Desenvolver e aplicar metodologia de arranjo, descrição arquivística e processamento técnico dos arquivos científicos, segundo fundamentação teórica da Arquivologia, com vistas à plena divulgação das informações e conteúdos dos acervos.

Bacharelado em Arquivologia (Noturno) Bib. Em , durante o Congresso Internacional de Arquivos ocorrido em Pequim, a Comissão manual de arranjo e descrição de arquivos ad hoc foi transformada em Comitê de Normas de Descrição (CND), passando a integrar formal e permanentemente a estrutura do CIA. I.

Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, Livro base manual de arranjo e descrição de arquivos para todos os estudantes de arquivologia e concurseiros. Manual de arranjo e descrição de arquivos. Aug 14, manual de arranjo e descrição de arquivos · 21 - Arquivos Permanentes - Descrição e Publicação 22 - Arquivos Permanentes - Conservação e Referência 23 - Microfilmagem 24 - Automação de Arquivos - Ged, Digitalização e Doc. c) Manual de Administração de Arquivos– Reino Unido. ARQUIVO NACIONAL. manual de arranjo e descrição de arquivos movimentos: o desenvolvimento da Arquivística e o surgimento de novas perspectivas historiográficas. Aug 14,  · 21 - Arquivos Permanentes - Descrição e Publicação 22 - Arquivos Permanentes - Conservação e Referência 23 - Microfilmagem 24 - Automação de Arquivos - manual de arranjo e descrição de arquivos Ged, Digitalização e Doc.

41 iii — a descriÇÃo dos documentos de arquivo. t í t u lo c d d ministÉrio da justiÇa a r q u i v o n a c i o n a l m a n u a l de arranjo e descriÇÃo de arquivos preparado p e l a associaÇÃo dos a r q u i v i s t a s h o l a n d e s e s tradução de manoel adolpho wanderley 2' ediÇÃo rio de janeiro sumÁrio págs. manual de arranjo e descrição de arquivos Arquivo & Administração. There was a problem manual de arranjo e descrição de arquivos previewing [HOST]-Arquivo_Nacional-Manual_de_arranjo_e_descrição_de_[HOST] Retrying. Manual de Arquivos Municipais. ARQUIVO NACIONAL. N e m «grupo» nem «coleção» devem 5/5(10).

Existem níveis de descrição com diferentes graus de. de arquivos através da participação em projetos e consultorias e é res-ponsável pela disciplina de descrição no Curso de Especialização em Ar-quivos do IEB/ECA-USP, desde e-mail: apalopez@[HOST] Um arquivo sem os instrumentos de pesquisa adequados cor-re o risco de se tornar um verdadeiro mistério para os usuários. Porém, com uma diferença importante: o arranjo é realizado na fase permanente. As mais variadas edições, novas, seminovas e usadas pelo melhor preço.

Arquivo Nacional - Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos - [HOST] - Núcleo de pesquisa, debate e comunicação dos graduandos de Arquivologia da UFF. 14 O mais antigo manual arquivístico consta como definição do conceito de arquivo: Arquivo é um conjunto de documentos escritos, desenhos e material impresso, recebidos ou produzidos Author: Nathalia Luiza Coimbra da Silva. Al. Diferenciar arquivos de coleções, por exemplo, uma prática comum de arquivistas, está explicitada, já em , pelo trio holandês: Samuel Muller, Johan Feith, e Robert Fruin, os quais elaboraram o pioneiro manual de arranjo e descrição.1 ) e no A manual of archive administration including the problems of. Rio de Janeiro: Arquivo nacional, Disponível em: Manual de higienização de livros e documentos encadernados. Nov 05,  · , surge o manual holandês Publicação do Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos, realizado pela Associação dos Arquivistas Holandeses e redigido por Samuel Muller, Johan Feith e Robert Fruin, historiadores e arquivistas dedicados a elaborar soluções para os problemas mais comuns aos arquivos. , com a obra de Schellenberg.

Este manual surgiu com o objetivo de evitar que erros acontecidos no passado, não venham acarretar novamente no futuro. O arranjo é uma atividade técnica e intelectual semelhante à classificação. Manual de Arranjo e descrição de arquivos. vi — sobre o uso convencional de certos ter­ mos e sinais Identificar as características e a aplicação dos diferentes instrumentos arquivísticos (tabela de classificação, de destinação, de temporalidade, quadro de arranjo) Apresentar as formas de classificação, indexação e descrição de documentos de acervos físicos e digitais. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS BRASILEIROS. Cada arquivo merecerá sempre uma análise, planejamento e tratamento próprios à sua conformação.

Manual de manual de arranjo e descrição de arquivos arranjo e descrição de arquivos. aplicação geral e um sistema de descrição arquivística, manual ou automático, não dependente de instrumentos de pesquisa de nenhum arquivo específico. Manual de Gestão de Documentos 9 1.

Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, p. b) Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos – Holanda. Nov 19,  · Aula arranjo e descrição de documentos Prof Taiguara Villela UFES Curso de Arquivologia 4° Período Preparação para o trabalho sobre o texto: Como classificar e ordernar documentos. Nov 05, · , surge o manual holandês Publicação do Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos, realizado pela Associação dos Arquivistas Holandeses e redigido por Samuel Muller, Johan Feith e Robert Fruin, historiadores e arquivistas dedicados a elaborar soluções para os problemas mais comuns aos arquivos. 1 ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS HOLANDESES. Manual de arquivos T R Schellenberg traducao de Manoel A. A. manual de arranjo e descrição de arquivos Esta pesquisa é de natureza aplicada, descritiva, qualitativa e config urou-se em um estudo de caso.

Manual de arranjo e descrição de arquivos. [HOST] - Pelo avanço da pesquisa e do debate sobre arquivística e apoio aos graduandos do curso de Arquivologia da UFF. Pedimos desculpas pela falha, informando que o fato ocorreu devido a problemas de mudança de programa na formatação de texto (do Word para o PageMaker). Oct 23,  · «Archive group» (grupo de arquivo) é preferida comumente pelos arquivistas manual de arranjo e descrição de arquivos ingleses, e particularmente por Hi l a ry Jenkinson, no seu livro A Manual of Archive Admimstration, mas «archival collection» é o termo de acei tação geral na terminologia dos Arquivos Nacionais de Wash ing ton. o Arranjo, a Descrição arquivística e a Difusão de arquivos. Manual de arranjo e descrição de arquivos. O Manual para arranjo e descrição de arquivos, de Samuel Muller, Johan Feith e Robert Fruin, publicado pela Associação dos Arquivistas Holandeses em , foi um.

São Paulo: Hucitec, manual de arranjo e descrição de arquivos O Conselho Internacional de Arquivos, ao editar a norma para descrição de arquivos - ISAD(G), indica procedimentos baseados nos princípios arquivísticos sem determinar uma estrutura fixa de organização ou estabelecer códigos e títulos. Download with Google Download with Facebook or download with email. elaboração manual de arranjo e descrição de arquivos e implementação de uma metodologia de arranjo e descrição de arquivos pessoais e familiares fundamentada na reconstrução dos contextos arquivísticos, na representação dos acervos de forma a assegurar a expressão dos papeis sociais dos titulares, e facilitar o atendimento ao usuário. O contexto de estudo foi dado através de um breve histórico da UFRGS, como f oi estruturada a Divisão de Documentação e como está constituído o acervo arqui vístico. XIV Anexos e Glossário. CONCEITO..

Este manual surgiu com o objetivo de evitar que erros acontecidos no passado, não venham acarretar novamente no futuro. Cada arquivo merecerá sempre uma análise, planejamento e tratamento próprios à sua conformação. Jean-Yves Rousseau e Carol Couture define: "() principio fundamental segundo o qual os arquivos de uma mesma proveniência não devem ser misturados com os de outra proveniência e devem ser conservados segundo a sua ordem primitiva, caso exista. O instrumento oriundo é o quadro de arranjo constituído ora pela forma orgânico-estrutural, ora de acordo com as classes e subgrupos destinados à fase permanente do plano. O instrumento oriundo é o quadro de arranjo constituído ora pela forma orgânico-estrutural, ora de acordo com as classes e subgrupos destinados à fase permanente do plano. São Paulo: Hucitec, RICHTER, Eneida Izabel Schirmer. Fruin, o marco inaugural da disciplina arquivstica como um campo autnomo de . MARTINA SPOHR GONÇALVES DE PROCEDIMENTOS A METODOLOGIA: POLÍTICAS DE ARRANJO E DESCRIÇÃO NOS ARQUIVOS PRIVADOS PESSOAIS DO CPDOC Trabalho de Conclusão de Curso para obtenção do grau de especialista em Organização.

Manual de arranjo e descrição de arquivos. 2 a ed. Whoops!

CONCEITO. Esta página é o resultado do esforço dos alunos da especialização em gestão de documentos, da FESPSP, para entender as técnicas e os preceitos da ciência arquivística. Oct 23,  · t í t u lo c d d ministÉrio da justiÇa a r q u i v o n a c i o n a l m a n u a l de arranjo e descriÇÃo de arquivos preparado p e l a associaÇÃo dos a r q u i v i s t a s h o l a n d e s e s tradução de manoel adolpho wanderley manual de arranjo e descrição de arquivos 2' ediÇÃo rio de janeiro sumÁrio págs. Feith e R.

ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS HOLANDESES. O arranjo é uma atividade técnica e intelectual semelhante à classificação. Existem níveis de descrição com diferentes graus de. Nov 19, · Aula arranjo e descrição de documentos Prof Taiguara Villela UFES Curso de Arquivologia 4° Período Preparação para o trabalho sobre o texto: Como classificar e ordernar documentos. Preparado pela Associação dos Arquivistas holandeses. Esse manual é munido de regras, que na verdade são orientações, princípios, conceitos, procedimentos e indicações sobre manual de arranjo e descrição de arquivos o arranjo [16] e descrição dos documentos de arquivo. Arquivo Nacional - Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos - [HOST] - Núcleo de pesquisa, debate e comunicação dos graduandos de Arquivologia da UFF.

Questão de arquivologia Arquivos Permanentes, Arranjo, Descrição, Publicação, Referência. 1 ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS HOLANDESES.Desenvolver e aplicar metodologia de arranjo, descrição arquivística e processamento técnico dos arquivos científicos, segundo fundamentação teórica da Arquivologia, com vistas à plena divulgação das informações e conteúdos dos acervos. sistema de descrição arquivística, manual ou automático, não dependente de instrumentos de pesquisa de nenhum arquivo específico.

A arquivística brasileira tem dado pouco relevo à formulação de procedimentos de arranjo e descrição de arquivos de natureza privada, atendo-se quase que exclusivamente às orientações do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC-FGV), formuladas especialmente para arquivos pessoais de elites. I. Esta página é o resultado do esforço dos alunos da especialização em gestão de documentos, manual de arranjo e descrição de arquivos da FESPSP, para entender as técnicas e os preceitos da ciência arquivística. d) Arquivos Modernos: princípios e técnicas – EUA.8 No Apêndice A-1 pode-se encontrar um modelo hierárquico dos níveis de arranjo de um fundo e manual de arranjo e descrição de arquivos suas partes constitutivas. 79 iv — estrutura do inventario. Et.

Wanderley Rio de Janeiro: Ministerio da justia e negocios interiores, Arquivo nacional, arquivos livros documentos biblioteconomia bibliologia arquivistica bibliofilia etc. c) Manual de Administração de Arquivos– Reino Unido. A seguir, transcrevemos as notas que não foram incluídas.

manual de arranjo e descrição de arquivos Produzir conhecimento sobre organização e acesso de Arquivos Científicos e Culturais. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, Livro base para todos os estudantes de arquivologia e concurseiros.A. (Publicações tecnicas / Arquivo Nacional).

Tradução Manoel Adolpho Wanderley. Outras obras foram fundamentais para o amadurecimento da Arquivística.8 No Apêndice A-1 manual de arranjo e descrição de arquivos pode-se encontrar um modelo hierárquico dos níveis de arranjo de um fundo e suas partes constitutivas. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, p, 24 cm.

Pedimos desculpas pela falha, informando que o fato ocorreu devido a problemas de mudança de programa na formatação de texto (do Word para o PageMaker). Proposta para um programa de modernização dos sistemas arquivísticos dos países latino-americanos. Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos. d) Arquivos Modernos: princípios e técnicas – EUA.

) de Sir Hillary Jenkinson, não existia diferença . 41 iii — a descriÇÃo dos documentos de arquivo. ; Bib Humanas e Sociais: 1 ex. 11 (Google Images) Manual de arranjo e descrição de arquivos. Para isso, a orientação propõe uma estrutura geral manual de arranjo e descrição de arquivos de quadro de arranjo juntamente com instruções manual de arranjo e descrição de arquivos para utilização combinada desse instrumento com normas nacionais e internacionais de descrição arquivística. 11 (Google Images) IADES CEITEC S.

Manual de higienização de livros e documentos encadernados. Bacharelado em Arquivologia (Noturno). Tradução Manoel Adolpho Wanderley. Wanderley Rio de Janeiro: Ministerio da justia e manual de arranjo e descrição de arquivos negocios interiores, Arquivo nacional, arquivos livros documentos biblioteconomia bibliologia arquivistica bibliofilia etc.

Tradução Manoel manual de arranjo e descrição de arquivos Adolpho Wanderley. 2 ed. Em , durante o Congresso Internacional de Arquivos ocorrido em Pequim, a Comissão ad manual de arranjo e descrição de arquivos hoc foi transformada em Comitê de Normas de Descrição (CND), passando a integrar formal e permanentemente a estrutura do CIA. - ou ainda – o princípio segundo o qual cada documento deve ser colocado no fundo de onde. manual de arranjo e descrição de arquivos Manual de arranjo e descrição manual de arranjo e descrição de arquivos de arquivos.

A. b) Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos – Holanda. A seguir, transcrevemos as notas que não foram incluídas. Manual de Arranjo e descrição de arquivos. 2 ed.

. Salvador: secretaria da Cultura e Turismo/Arquivo Público do Estado, 92 p.1 ) e no A manual of archive administration including the problems of war archives and archive making (1. administração da justiça na comarca do Rio de Janeiro, Manual de arranjo e descrição de arquivos Esgotado Manual de conservação de documentos 28 Manual de identificação de acervos documentais para transferência e/ou recolhimento Manual de levantamento da produção documental Esgotado. O Manual para arranjo e descrição de arquivos, de Samuel Muller, Johan Feith e Robert Fruin, publicado pela Associação dos Arquivistas Holandeses em , foi um marco no sentido da profissionalização dos arquivistas e do surgimento da Arquivologia enquanto disciplina. Rio de . 99 v — normas adicionais para a descriÇÃo do ar­ quivo.

das atividades de arranjo e descrição no âmbito dos arquivos permanentes da Justiça do Trabalho.20/11/ às Olá, aqui temos o resultado de semanas de trabalho, onde conhecemos um pouco para que serve a Descrição Arquivistica. Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos, que tiveram a iniciativa de expor pela primeira vez os princípios da proveniência e a ordem original. 79 iv — estrutura do inventario.

Manual de arranjo e descrição de arquivos. Descrição Arquivís0ca – Aula 1 Cada arquivo é único O Conselho Internacional de Arquivos, ao editar a norma para descrição de arquivos -­‐ ISAD(G), indica procedimentos baseados nos princípios arquivís,cos sem determinar uma estrutura fixa de organização ou estabelecer códigos e Ftulos. Compre Manual de Arranjo e Descricao de Arquivos, de Associacao dos Arquivistas Holandeses, no maior acervo de livros do manual de arranjo e descrição de arquivos Brasil. Esta pesquisa é de natureza aplicada, descritiva, qualitativa e config urou-se em um estudo de caso. Compre Manual de Arranjo e Descricao de Arquivos, de Associacao dos Arquivistas Holandeses, no maior acervo de livros do Brasil. Flavia Helena Conrado Rossato.

Daniel Flores. (Postagens Populares) visitas em 19/05/ (Postagens Populares) visitas em 29/09/ (Postagens Populares) visitas em 28/03/ Manual de Gestão de Documentos 9 1. Mar 02,  · Descrição Arquivís0ca – Aula 1 Cada arquivo é único O Conselho Internacional de Arquivos, ao editar a norma para descrição manual de arranjo e descrição de arquivos de arquivos -­‐ ISAD(G), indica procedimentos baseados nos princípios arquivís,cos sem determinar uma estrutura fixa de organização ou estabelecer códigos e Ftulos. Identificar as características e a aplicação dos diferentes instrumentos arquivísticos (tabela de classificação, de destinação, de temporalidade, quadro de arranjo) Apresentar as formas de classificação, indexação e descrição de documentos de acervos físicos e digitais.

das atividades de arranjo e descrição no âmbito dos arquivos permanentes da Justiça do Trabalho. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, p. Para isso, a orientação propõe uma estrutura geral de quadro de arranjo juntamente com instruções para utilização combinada desse instrumento com normas nacionais e internacionais de descrição arquivística. o Arranjo, a Descrição arquivística e a Difusão de arquivos. ed. As mais variadas edições, novas, seminovas e usadas pelo melhor preço. Arquivos Conceito O Conselho Internacional de Arquivos (CIA), organismo vinculado à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), criado em com o objetivo de promover a conservação e a utilização dos recursos arquivísticos em todos os países, em seu. i — origem e composiÇÃo dos arquivos 13 ii — o arranjo dos documentos de arquivos.

5/5(10). Trad. 20/11/ às Olá, aqui temos o resultado de semanas de trabalho, onde conhecemos um pouco para que serve a Descrição Arquivistica. N e m «grupo» nem «coleção» devem. artigo publicado por ocasião do centenário do manual holandês: “O Manual de arranjo de descrição de arquivos () é geralmente referenciado como o ponto inicial da teoria arquivística e de sua metodologia” (p, tradução nossa). Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos, que tiveram a iniciativa de expor pela primeira vez os princípios da proveniência e a ordem original.

de Manoel Adolpho Wanderley. brasileira tem dado pouco relevo à formulação de procedimentos de arranjo e descrição de arquivos de natureza privada, atendo-se quase que exclusivamente às orientações do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC-FGV), formuladasAuthor: Ancona Lopez, André Porto. apresentao possvel afirmar que um grande nmero de autores considera a publicao do Manual de arranjo e descrio de arquivos, escrito em pelos arquivistas holandeses S. Trad.

Esse manual é munido de regras, que na verdade são orientações, princípios, conceitos, procedimentos e indicações sobre o arranjo [16] e descrição dos documentos de arquivo. Rio de Janeiro: Arquivo manual de arranjo e descrição de arquivos nacional, , p. A. O “Manual Holandês” estabeleceu o respeito à proveniência e à. Preparado pela Associação dos Arquivistas holandeses. 2 ed. CUIDADO!

Nessa abordagem a especificidade de.. Arquivos Permanentes, Arranjo, Descrição, Publicação, Referência A atividade que não é comumente desempenhada nos manual de arranjo e descrição de arquivos arquivos permanentes é o (a) Encontrou erro na questão?. (Postagens Populares) visitas em 19/05/ (Postagens Populares) visitas em 29/09/Author: Elaine Maciel. I.

Muller, J. (Publicações Técnicas, 2ª. Manoel Adolpho Wanderley. Whoops! [HOST] - Pelo avanço da pesquisa e do debate sobre arquivística e apoio aos graduandos do curso de Arquivologia da UFF. i — origem e composiÇÃo dos arquivos 13 ii — o arranjo dos documentos de arquivos. sistema manual de arranjo e descrição de arquivos de descrição arquivística, manual ou automático, não dependente de instrumentos de pesquisa de nenhum arquivo específico.

There was a problem previewing [HOST]-Arquivo_Nacional-Manual_de_arranjo_e_descrição_de_[HOST] Retrying. GED: Gerenciamento eletrônico de. Flavia Helena Conrado Rossato. BALDAM, Roquemar de Lima; VALLE, Rogério; CAVALCANTI, Marcos.

de Manoel manual de arranjo e descrição de arquivos Adolpho Wanderley. Manual de arquivos T R Schellenberg traducao de Manoel A.8 No Apêndice A-1 pode-se encontrar um modelo hierárquico dos níveis de arranjo de um fundo e suas partes constitutivas. «Archive group» (grupo de arquivo) é preferida comumente pelos arquivistas ingleses, e particularmente por Hi l a ry Jenkinson, no seu livro A Manual of Archive Admimstration, mas «archival collection» é o termo de acei tação geral na terminologia dos Arquivos Nacionais de Wash ing ton. 99 v — normas adicionais para a descriÇÃo do ar­ quivo. Manual de Arranjo de Descrição de Arquivos de Muller, Feith e Fruin (Ed. no Congresso Brasileiro de Arquivologia de , intitulada A norma brasileira de descrição arquivística – versão preliminar.

administração da justiça na comarca do Rio de Janeiro, Manual de arranjo e descrição de arquivos Esgotado Manual de conservação de documentos 28 Manual manual de arranjo e descrição de arquivos de identificação de acervos documentais para transferência e/ou recolhimento Manual de levantamento da produção documental Esgotado. Barros analisou os conceitos de descrição, classificação e arranjo em seis manuais/livros, sendo que no Manual de Arranjo de Descrição de Arquivos de Muller, Feith e Fruin (Ed. 2 a ed. CONCURSO PÚBLICO Nº 01/ 3 PREFEITURA MUNICIPAL DE ITATIBA ESTADO DE SÃO PAULO CONCURSO PÚBLICO Nº 01/ Arquivo Nacional - Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos (disponível em. Arquivos Conceito O Conselho Internacional de Arquivos (CIA), organismo vinculado à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), criado em com o objetivo de promover a conservação e a utilização dos recursos arquivísticos em todos os países, em seu. 2 ed. Bib Central: 1 ex. Publicação Oficial da AAB, Rio de Janeiro.

Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos. O Conselho Internacional de Arquivos, ao editar a norma para descrição de arquivos - ISAD(G), indica procedimentos baseados nos princípios arquivísticos sem determinar uma estrutura fixa de organização ou estabelecer códigos e títulos. Rio de Janeiro: Arquivo nacional, , p.

Daniel Flores. Produzir conhecimento sobre organização e acesso de Arquivos Científicos e Culturais. de arquivos através da participação manual de arranjo e descrição de arquivos em projetos e consultorias e é res-ponsável pela disciplina de descrição no Curso de Especialização em Ar-quivos do IEB/ECA-USP, desde e-mail: apalopez@[HOST] Um arquivo sem os instrumentos de pesquisa adequados cor-re o risco de se tornar um verdadeiro mistério para os usuários.


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